Mas também não era só Era Disco, também teve outros movimentos, para começar o movimento Punk que muitos acham que surgiu nos anos 80, na verdade surgiu na década de 70, isso mesmo o conceito de "cultura punk" adquiriu novo sentido com a expressão movimento punk, que passou a ser usada para definir sua transformação em tribo urbana, substituindo uma concepção abrangente e pouco definida da atitude individual e fundamentalmente cultural pelo conceito de movimento social propriamente dito: a aceitação pelo indivíduo de uma ideologia, comportamento e postura supostos comum a todos membros do movimento punk ou da ramificação/submovimento a que ele pertence. O movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos — seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos do movimento, seja a preservação e resistência da tradição punk, como forma cultural deliberadamente marginal e alternativa à cultura tradicional vigente na sociedade ou como manifestação de segregação e autoafirmação por gangues de rua. A cultura punk, segundo esta definição, pode então ser entendida como costumes, tradições e ideologias de uma organização ou grupo social.![]() |
| Hippie |
Também o movimeno Hippie que embora tenha surgido nos meados dos anos 60, mas nos anos 70 esse movimento foi ganhando força nos Estados Unidos e no Brasil com a frase Paz e Amor!
Filme Trash
Existiam séries que faziam sucesso nos anos 70, eis algumas listas:
A Família Do Re Mi ( 1970)
As Panteras ( 1976)
Casal 20 ( 1979)
Casal 20 (do inglês Hart to Hart) foi uma série de TV estadunidense que foi ao ar entre 1979 e 1984, totalizando 110 episódios. A série, criada pelo romancista Sidney Sheldon, foi um enorme sucesso de audiência.
É protagonizada pelo casal rico e simpático Jonathan (Robert Wagner) e Jennifer Hart (Stefanie Powers) que ao invés de aproveitar a vida em sua mansão viaja com seu dinheiro combatendo crimes, deixando de lado seu emprego em sua firma. Além dele e sua mulher, participavam também o mordomo Max (Lionel Stander) e seu cachorro Freeway, que viajavam pelo mundo solucionando casos de espionagem e assassinatos.
Chip's ( 1977)
CHiPs é uma série de TV estadunidense, exibida em 6 temporadas, de 1977 a 1983. É baseada nas aventuras de dois patrulheiros rodoviários em motocicletas na Califórnia. A sigla CHiP significa California Highway Patrol, ou Polícia Rodoviária da Califórnia. As duas primeiras temporadas da série foram lançadas em DVD no Brasil.
Curiosidades
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| Arnold |
Dois seriados de grande sucesso, exibidos na Tv aberta Sbt, foram Arnold (1978), que conta a história de duas crianças negras adotadas por uma família branca e de classe social alta, e do órfão Chaves (1972), um garotinho que vive no barril de uma vila habitada por moradores pra lá de engraçados.
Lançamento do Cinema
Alguns filmes que foi sucesso e continua até hoje como o caso de Planeta dos Macacos que também virou série, Embalos de Sábado à Noite estrelado pelo John Travolta, Star Wars, Rocky o Lutador ambos produzidos em 1976, Superman - o Filme estrelado pelo ator Cristopher Reeve em 1979 e é um clássico, Alien - O Oitavo Passageiro, Jornadas nas Estrelas - O Filme e muito outros que viraram clássicos. Os filmes de artes marciais também virou febre nos anos 70.
Desenhos Animados
Os Mussarelas
Superamigos
Foi um desenho animado de grande sucesso, produzido de 1973 a 1985 pela Hanna-Barbera, baseado na Liga da Justiça da DC Comics.
Hong Kong Phooey
Os estúdios Filmation produziram, entre 1976 e 1982, a série animada Tarzan, Lord of the Jungle, considerada bastante fiel à obra de Burroughs– bem mais que muitos dos filmes realizados até então. Um exemplo é a presença, no desenho da Filmation, do macaquinho N'kima como mascote de Tarzan, em vez da chimpanzé Cheetah, que só existia nos cinemas. Este desenho foi exibido no Brasil pelo canal SBT nas tardes dos anos 1980, voltando a ser exibido recentemente nos sábados, pela manhã.
Grupo Musical que marcou época
Os Super Heróis
Quem não se lembra desse grupo que se fantasiavam de super-heróis, se não me engano a minha tia tinha até esse disco. Pois fazia muito sucesso com a garotada. Quem não lembra do refrão da música:
Nós somos todos Babys!!! Superamigos Babys!!! Só você, nos chamar!!!
O ano é 1979, quando chega aos cinemas brasileiros Superman: O Filme, primeiro longa do herói interpretado por Christopher Reeve. Foi um sucesso imenso no mundo todo e também por aqui, provocando o lançamento de álbum de figurinhas, bonecos, pôsteres e mais um monte de coisas. O desenho animado Superamigos também era exibido na TV brasileira e ajudava a popularizar Batman, Superman, Mulher-Maravilha, entre outros heróis da DC Comics. E a Marvel, claro, tinha muitos fãs no país com suas HQs e desenhos animados.
Resumindo: dá para perceber que as crianças e jovens brasileiros gostavam mesmo desse negócio chamado super-heróis. Então, por que não tentar se dar bem por aí usando esse tema? Além disso, 1979 foi o Ano Internacional da Criança e o produtor e compositor da gravadora RCA Victor, João Walter Plinta, pensou mesmo em desenvolver algo específico para esse público usando fantasias de heróis dos quadrinhos. Mais do que isso, o Village People e a disco music estavam bombando na época. O grupo de Nova York tinha hits planetários como Macho Man, Y.M.C.A., In The Navy e Go West e fazer um som parecido com o deles era algo que Plinta julgou ser o ideal.
Foi assim que o produtor criou o grupo Super Heróis, desse jeito, sem o hífen. A estreia foi no mesmo ano de 1979 e seguiu uma carreira até quase a metade dos anos 1980. Fez bastante sucesso com as crianças, principalmente na TV, com diversas apresentações em programas como o do Bozo, Raul Gil, Trapalhões, Chacrinha, Carlos Imperial, entre outros. Esse foi, possivelmente, o primeiro trabalho de Plinta totalmente voltado para crianças e ele seguiria por esse caminho nos anos seguintes com diversos outros artistas.
É bem provável que você que está lendo este texto não tenha visto as apresentações na TV ou mesmo nem conheça o grupo. Mas já pode ter esbarrado com o Super Heróis pela internet. É que o conjunto já virou meme, viralizou há alguns poucos anos quando o blog Não Salvo fez uma postagem mostrando um vídeo do grupo no programa do Carlos Imperial. Nesse ano de 2020 o diretor Edgar Wright, dos ótimos filmes Baby Driver e Scott Pilgrim — e que quase dirigiu o primeiro Homem-Formiga —, tuitou a respeito do Super Heróis (inclusive mostrando um vídeo do conjunto no Bozo) e escreveu: “este é o único universo cinemático que me interessa”, fazendo referência aos filmes da Marvel e DC. E também é fato que os vídeos vivem rodando a internet, afinal são sim pra lá de curiosos e divertidos.
Misturando Marvel, DC e um intruso da TV (Kung Fu) e usando alguns dos personagens mais famosos das duas principais editoras de quadrinhos dos Estados Unidos?
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| Vera Lúcia como a Mulhe-Maravilha |
Este colunista ficou curioso para saber essas respostas e entender a história do grupo. Depois de buscas e mais buscas no Google, zero respostas foram encontradas. Ninguém nunca falou sobre a trajetória do Super Heróis, mas numa dessas buscas acabei encontrando um post de 2016 de um blog lembrando do grupo, dizendo que fez sucesso nos anos 80 e coisas assim. Nada de mais. Mas havia um comentário de uma pessoa dizendo que tinha sido o Robin do conjunto e falando algumas coisas sobre a turma. Nesse post, o Robin disse que era dono de uma loja de artigos esportivos em Ribeirão Preto e deu o nome, Rock Shop. A partir daí, foi pegar o telefone e ligar. Assim, entrei em contato com Manoel Carvalho, o Noel, e passei a levantar a história toda. Que é bem curiosa, inclusive com a Marvel Comics entrando no meio.
omo Vera não entrou para o grupo logo que foi chamada pela primeira vez, Plinta deu andamento aos trabalhos e gravou o primeiro compacto do Super Heróis sem a Mulher-Maravilha (mas ela aparece na capa). É por isso também que a heroína da DC Comics não participa de alguns vídeos de programas de TV que estão pela internet. O curioso é que a música Somos Todos Super Amigos, a primeira que foi trabalhada pela superequipe, cita todos os personagens da equipe em sua letra, mas não a Mulher-Maravilha, o que causava certa estranheza na TV, uma vez que ela estava no palco mas não aparecia na canção. Ninguém entendia nada e também não havia explicação. Coisas daquele tempo.
Os integrantes tinham como responsabilidade principal se preocupar com as coreografias e o visual do grupo. Cantar não era a prioridade deles, a não ser por Benê, que realmente colocou sua voz integralmente nas canções. Vera Lúcia dá alguns detalhes sobre as gravações: "Naquele época, você sabe, todo mundo cantava, tinha efeitos e tudo. Tem duas músicas que eu gravei, mas com a ajuda do produtor". A Mulher-Maravilha diz que nem se considera uma cantora de fato: "é porque eu fiz só essas duas coisas e nunca mais fiz nada. Aí eu parei".
E quando a gente fala sobre o visual dos heróis, não tem como não prestar atenção aos uniformes usados pelos integrantes. Eles são cheios de brilho, um tanto quanto exagerados, tinham algumas alterações em relação às roupas das HQs e traziam aquele lado meio tosco, principalmente se comparado ao que vemos hoje nos concursos de cosplay. Isso para nem falar no cinema e TV, porque aí já seria ignorância, né? Gilson explica: “Quem fez as fantasias na época foram as costureiras da TV Tupi. O produtor disse a elas que precisava de roupas de super-heróis. E, naquele tempo, a TV precisava de muito brilho e muita cor. Por isso que as roupas tinham tantas lantejoulas. As costureiras não tinham o tino de pegar um colante com a cor certa”.
Pode reparar nas imagens espalhadas nessa matéria para ver que lantejoula realmente era o que não faltava. Os “erros” nas vestimentas aparecem num Homem-Aranha com roupa branca e o logotipo do Batman na testa do herói. Com o tempo, os próprios integrantes foram dando uma aperfeiçoada nos uniformes.
Seja como for, com roupas não muito fieis, dançando disco music e sem combater o crime, esse pessoal que formava o Super Heróis acabou se transformando, de fato, no Super-Homem, no Batman, na Mulher-Maravilha, no Robin, no Kung Fu e no Thor brasileiros. Durante um bom tempo eles eram a representação física do que as crianças e jovens viam nos cinemas, nas séries de TV, gibis e desenhos animados. "Foi um período muito legal na nossa vida, porque além de cantar, a gente tinha que encarnar o personagem... porque vinha uma criança pra te abraçar. Ela achava que você era mesmo o Batman, o Robin, queria tirar foto... acho que nós fomos os primeiros cosplays do Brasil", diz Noel. Vera tem o mesmo sentimento do colega: "eu fazia [o trabalho no grupo] porque você faz o show e vê aquelas crianças, aquele pessoal te olhando... é a coisa mais linda. Não tenho lembranças ruins dessa fase, é só carinho, só amor".
E era meio que isso mesmo, apesar de nem serem heróis oficializados, eles acabam virando os personagens da TV e das HQs, pelo menos no Brasil.
O grupo Super Heróis é uma cria desse tipo de estratégia. Aliás, estratégia muito bem sucedida que gerou grandes sucessos ao longo dos anos 70, 80 e 90. Através dessa maneira de atuar, depois de lançar o conjunto, Plinta também ajudou a colocar no mercado outros “produtos” como A Patotinha, compôs Vem Fazer Glu-Glu para Sérgio Mallandro, trabalhou com as Harmony Cats e Patati e Patatá. Ele também é o responsável pela versão para o português de Os Dedinhos, hit eterno da apresentadora Eliana.
Via de regra, boa parte dos produtos mais populares daquela época, no Brasil, eram “fabricação” das gravadoras, tudo feito em estúdio e com a ajuda de muitos músicos e cantores. Falando assim, em “fabricação”, parece ser algo do mal e que enganava as pessoas. Tinha um certo nível de “produto de gravadora”, como se dizia, mas era um jeito de trabalhar muito comum naquele tempo. As empresas, fosse ela a RCA, a CBS, a PolyGram, Chantecler, enfim, todas elas procuravam criar e desenvolver alguns artistas e torná-los viáveis comercialmente. Quando as empresas enxergavam algum potencial em alguém, davam uma forcinha no que fosse necessário para tudo funcionar bem. A Patotinha, por exemplo, foi um sucesso grande como grupo musical infantil. Mas as meninas do conjunto nunca cantaram nada, embora aparecessem em todos os programas de TV da época como artistas. As vozes eram gravadas por outras cantoras profissionais como Silvinha (mulher de Eduardo Araújo e que também lançou discos próprios), Angela Márcia (casada com Sérgio Reis) e pelas integrantes do grupo Harmony Cats. Jessé, os irmãos Christian e Ralf, Dudu França, entre outros, também faziam esse tipo de trabalho antes de se tornarem famosos. No caso da Patotinha, algumas das integrantes até viraram cantoras de verdade anos mais tarde.
Plinta é quem pensou em tudo para o Super Heróis ser o que foi. Ele achava que seria bom ter personagens queridos pela molecada cantando e dançando e também foi quem determinou o estilo musical e os temas que seriam abordados nas canções. Havia músicas compostas por Plinta e outras que eram versões de canções de sucesso em inglês. Além do produtor, os arranjos foram desenvolvidos por Hélio Santisteban, que foi integrante do Pholhas, banda brasileira famosa nos anos 70 que cantava em inglês músicas próprias além de fazer covers de hits americanos.
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| Vera Lúcia, atualmente é psicóloga |
Como foi falado ali em cima, as gravadoras lançavam produtos para aproveitar oportunidades. Era a tal da “fabricação” e o Super Heróis foi muito isso aí. Assim, as canções tinham em Benê o único cantor de fato. Os demais integrantes já disseram que faziam os backing vocals, mas também tinham ajuda de cantores profissionais no coro. O próprio João Plinta cantou em algumas faixas. Silvinha e Angela Márcia também. Angela, inclusive, tem participação na voz da Mulher Maravilha em Dance Comigo. Era assim que a coisa funcionava nas gravadoras e com alguns de seus lançamentos, o que deixava todo mundo feliz. As músicas saíam com uma cara mais profissional e os artistas-heróis podiam se concentrar apenas em suas performances na TV e, em shows, faziam playback.
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| O Conjunto em foto promocional |
O esquema não diminui em nada o mérito do pessoal do Super Heróis. Lá no final dos anos 70 e início dos 80, todo mundo sabia que eles faziam playback. O grande barato era ver os super-heróis da Marvel e DC cantando e dançando. Eles eram um tipo de artista que ninguém se interessava em saber se eram cantores de verdade ou não. Isso ficava para Caetano Veloso, Roberto Carlos, Gal Costa, Elis Regina etc e tal. E as gravadoras também tinham essa noção. Um executivo da RCA da época contou para esta reportagem que as empresas sabiam que esse tipo de produto tinha prazo de validade e, por isso mesmo, lançavam com tudo pronto e redondinho, que era para vender o máximo que desse rapidamente.
Ghensis Khan
As Melindrosas foi um quarteto feminino brasileiro composto pelas cantoras Gretchen, Sula Miranda, Yara e Paula que se formou em 1978 e encerrou em 1986.
Descobertas e produzidas por Jorge Gambier, lançaram em 1978 o LP "Disco Baby", que apresentava cantigas de roda gravadas em estilo disco (sucesso na época). Obteve sucesso, chamando pela primeira vez a atenção para o mercado musical infantil no Brasil.
Gretchen
Deirdre Elaine Cozier, mais conhecida como Dee D. Jackson, (Oxford, Inglaterra, 15 de julho de 1954) é uma cantora inglesa.Dee D. Jackson fez sucesso no final da década de 1970, gênero Disco, principalmente com as canções Automatic Lover e Meteor Man. Atualmente vive em Turim, Itália e possui umagravadora.
Houve versões brasileiras de Ghensis Khan e Dee D. Jackson. Também o Rock in Roll dominava as paradas como Iron Maden, AC/DC, Kiss, Ramones, Black Sabbah e muitos outros.
Penteados dos Anos 70
Os penteados da década de 70 transmitiam um ar mais livre, mais hippie, confira:
Anos 70 no Brasil e no Mundo
- Brasil: Os Mutantes, A Cor do Som, Novos Baianos, Made in Brazil e Casa das Máquinas.
- Internacionais: Deep Purple, Black Sabath, Rolling Stones, Led Zeppelin, Kiss, Aerosmith, AC/DC, Sex Pistols, The Clash, The Ramones, Bee Gees, Queen, ABBA, Dire Straits Iron Maiden, The Police, Pink Floyd.
- Brasil: Gilberto Gil, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Elis Regina, João Gilberto, Gal Costa, Tom Jobim, Ivan Lins, Erasmo Carlos, Rita Lee, Chico Buarque, Clara Nunes, Jair Rodrigues, Jorge Ben Jor, Raul Seixas, Tim Maia, Beto Guedes e Vinicius de Moraes.
- Internacionais: David Bowie, Elton John, John Travolta, Donna Summer, Elvis Presley, Rod Stewart, John Lennon, Cat Stevens, Billi Paul e Bob Marley.
Como podem ver na década de 70 teve vários movimentos e muitos acontecimento, o pessoal quando fala da década de 70, logo lembra da Era Disco.
Fonte:
Sua Pesquisa
http://www.suapesquisa.com/musicacultura/anos_70.htm
Uol
http://virgula.uol.com.br/tvecinema/quais-desenhos-da-tv-marcaram-sua-infancia-nos-anos-70-e-80/
Filmes Antigos
http://filmes-antigos.info/seriados-dos-anos-70.html






























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